O Olhar para o Cuidado: Relato do cotidiano de um Agente Comunitário de Saúde

O Olhar para o Cuidado: Relato do cotidiano de um Agente Comunitário de Saúde

Neste trabalho relatarei as mais diversas experiências como Agente Comunitário de Saúde, responsável pela microárea 06 da UBS II – Manoel Eliseu (Rua Mariana Paulino, S/N), no município de Alagoa Nova, Estado da Paraíba. Para tanto, farei paralelamente uma exposição com fotografias, em que a lente da câmera transforma-se na representação e materialização do meu olhar a cada realidade que me deparo cotidianamente.

Dados da Experiência

Local da experiência: 
Alagoa Nova (PB)
Âmbito da experiência: 
Qual foi a experiência desenvolvida? Sobre o que foi?: 

Identificar as nuances da sociabilidade numa comunidade carente, observando e descrevendo as formas como se dão as relações, a constituição dos valores culturais, visões de mundo, modos de ser e viver, reconhecendo problemáticas, construindo estratégias, aperfeiçoando assim a ação cotidiana como ACS. Trata-se, assim, de uma experiência discreta  e silenciosa de uma profissional que no seu dia-a-dia de trabalho vai percebendo e aprendendo a lidar com as diferenças e os desafios que se apresentam. Desse modo, cada olhar, cara expressão de simplicidade, de afetividade, de relação social, possibilita essa representação, reconhecimento e  definição desse universo particular. 

Como funciona(ou) a experiência?: 

A comunidade correspondente a microárea VI da UBS II- Manoel Eliseu em Alagoa Nova-PB, pela qual sou responsável, configura-se como um território marcado pelas consequências da desigualdade social em nosso país.

Popularmente a definirei como um território caracterizado pela “precariedade social”, literalmente no sentido socioeconômico. Dado que se trata da comunidade mais pobre da cidade, em que seu povo sofre não só com a abstenção financeira, ou melhor dizendo, com poucos recursos para sobrevivência, mas também por ser um povo selado pela exclusão social, que os torna menores diante de outrem.

Ora notamos que esse estereótipo ate mesmo na constituição nomenclatural desse território, o bairro oficialmente definido como “Ulisses Guimarães” e popularmente, e porque não dizer vulgarmente conhecido como “Mutirão”. La seria então, o lugar dos “desprovidos de dinheiro, de cultura, de educação, de nome e sobrenome”.

Atuo numa comunidade que me surpreendeu e continua a fazê-lo a cada dia. Lugar de pessoas alegres, de artistas, de crianças inteligentes, talentosas, de adultos que lutam para sobreviver, apesar dos pesares. Atuo numa área em que o pouco se torna muito na vida de quem quase nada tem. Faltam dignas condições de vida, formas de lazer, falta saneamento básico mais bem planejado e estruturado, a água já se tornou um bem escasso, a não ser pelas boas condições naturais (por estar adentrado no brejo paraibano) sendo contemplada por uma vastidão de lençóis freáticos. “Terra onde o que se planta dá”, todavia que nem todos querem mais plantar, alguns usam apenas o título de agricultor para favorecer uma futura aposentaria, vivem as calçadas a conversar sobre a vida, enquanto os filhos estão na creche ou na escola garantido a educação e a bolsa família de todo mês.

Há diversidade na constituição das famílias, há os que se amam e os que se suportam. Os que se ajudam e os que se matam. Há famílias de pais, de paz, de mães e de tantos ais da vida. É um território desafiante, em que se pode ser sempre amado e odiado a partir de um instante. Acolher, saber conviver, escutar e tentar compreender são atitudes fundamentais para lidar com essas pessoas que também são carentes de atenção.

Por fim, trabalho numa área de desafios e alegrias. De um povo criativo, alegre. Porém, ao mesmo tempo sofrido, excluído, complexo. Um povo que em seus acertos e erros me ensina a ser uma profissional como também a ser um humano melhor.

Desafios para o desenvolvimento: 

Dessa forma, ao identificarmos as características da comunidade num diagnóstico aproximado da realidade social e todas as suas nuances e ambivalências, também passamos por meio do diálogo, da escuta qualificada e atenta, da observação oportunística, podemos nos comunicar efetivamente com esse público.

Há então uma adaptação e ênfase a linguagem, aos valores culturais, valores morais, ao processo de sociabilidade, as condições de vida, de educação, de lazer, e naquilo que mais nos diz respeito, ao cuidado que cada sujeito tem para consigo mesmo e seu acesso a uma saúde de qualidade.

            Por isso, a cada dia busco identificar como se da a relação de gênero, como cada um enxerga a sua sexualidade, como se dão as relações nos mais diversos grupos sociais (família, escola, associação, grupos religiosos, partidos políticos, etc). E quais as influências desses grupos, sobre a identidade individual e, ao mesmo tempo social da comunidade.

            É importante considerar esse elemento de que cada um na comunidade não é um ser isolado, mas faz parte de uma rede de relações que condicionam, determinam o modo deste sujeito ser e agir, e o papel que o mesmo exercerá socialmente.

            Esse olhar para a diferença (singularidade) como algo normal abre espaço para que como profissional de saúde possa agir em meio a comunidade olhando para cada um com importância singular, com uma história de vida que deve ser valorizada, conhecida e respeitada.

            O olhar do ACS é sempre constituído pela proximidade, por aquele que por meio da convivência continuada conhece a história de cada um, seus dramas, suas dores, seus laços afetivos. Acompanha suas lutas, se preocupa por suas condições nas horas difíceis em que se é assolado pela doença, ajudando a enfrentar esse momento de fragilidade e motivando em cada um o desejo de viver.



A comunicação, dessa forma, é um elemento base para o exercício profissional, a troca de saberes, a importância de cada informação trazida pode transformar e melhorar a vida da comunidade. Como ACS tento a cada dia demonstrar a força que há em cada um, o valor que cada um tem diante da vida, que é possível sonhar e realizar sonhos a partir da luta cotidiana, incentivo as notas boas na escola sempre questionando como vai o boletim escolar. Procuro saber a descendência de cada família, descobrindo assim o histórico de vida e de doenças por meio das fotos das paredes. Tentando transformar as realidades de subserviência e desesperança em que muitas vezes me deparo em olhares de alegria, sonhos e esperança.

Quais as novidades?: 

Meu trabalho é constantemente direto com outras pessoas, direcionado a saber a realidade pessoal e social dos usuários do meu território. Isso possibilita a construção de vínculo com a UBS, dado que a positivação do acesso e de orientação também depende da atuação conjunta de toda a equipe. Não atuo sozinha, mas a todo tempo estou dialogando com meus colegas, expondo problemáticas, encaminhando casos, correlacionando fatos, enfatizando fatores de risco. Em nossa UBS realizamos reuniões mensais para o aperfeiçoamento de nossas ações, planejamento, avaliação e debate de casos oportunos. Cada um contribui para que a assistência possa acontecer e de forma eficaz.

Meu trabalho é uma constante luta pela vida. Em cada visita domiciliar, ao acompanhar as famílias e todos os grupos (gestantes, hiperdia, TB, idosos, crianças, beneficiários do Bolsa Família), ao orientar hábitos saudáveis de vida e ações básicas para  prevenção de doenças, estou realizando o cuidado. Muitas vezes sendo a única escuta para os idosos, incentivando e orientando gestantes ao amor pela criança, aos cuidados na gravidez, supervisionando a alimentação e a medicação dos hipertensos e diabéticos, orientando o início da vida sexual de adolescentes e jovens, estimulando a educação, a dedicação na escola por parte tanto dos pais como dos filhos, respeitando as diversas formas de famílias contemporâneas, encaminhando para realizações de exames preventivos, acompanhando e monitorando a vacinação das crianças, pesando todo mês todas ate os 10 anos de idade. Minha profissão é marcada pela paciência e perseverança, pela abertura constante ao outro com o qual interajo cotidianamente. Minha obrigação esta exatamente em não vê-lo apenas como um número, mais como um ser humano, com sua subjetividade que deve ser respeitada e valorizada. E escutar seus anseios, sua história de vida, aquilo que para além do que está posto interfere em sua saúde, sua autoestima, seu papel na sociedade. Em meio a todos os desafios superpostos, as limitações, é preciso sempre lutar e se comprometer com o trabalho.

É essa relação de respeito, de acolhida, de interação humana, que possibilita que meu trabalho seja realizado com eficácia, com maturidade, com amor, que me impulsiona a sempre fazer o meu melhor, a lutar diariamente em adquirir mais conhecimento, em estar aberta a conhecer as pessoas, as famílias, enfim a exercer o meu trabalho com empenho e responsabilidade.

Importante destacar a eficácia que advém do trabalho em equipe. São as trocas de experiências,o diálogo em equipe nas reuniões mensais e encontros diários, a preocupação de um com a realidade profissional do outro, as várias opiniões e proposituras expostas, além da força. do ânimo, do incentivo que os profissionais compartilham. São esses fatores  que possibilitam que o trabalho aconteça e que não paremos no caminho. Agradeço a meus colegas de trabalho por suas contribuições e amizade que também fazem parte e colorem meu cotidiano.    

Considero-me bastante realizada em meu trabalho e satisfeita por todos os aprendizados, todas as experiências, todos os esforços realizados. Essa satisfação se oriunda de cada sorriso compartilhado, de cada dificuldade ultrapassada, de cada caso solucionado, de cada criança que me chama pelo nome, de cada idoso que se sente menos sozinho por causa de minha companhia, a cada prevenção que acontece pelo processo de orientação, por cada nova criança que nasce, entre tantas outras vivências que me fazem amar minha profissão e fazem com que ela tenha sentido.

 

Outras observações/campo livre: 

"O meu desejo é profundo demais pra falar

E o que eu penso é difícil de alguém entender

A vida segue e os dias parecem iguais

Cadê a vida que perdemos sempre ao viver?

Há crianças pelas ruas

Há desertos de dor

Há uma fome em cada alma

Um intenso rancor

Tantos medos nas esquinas

uma grande prisão

Tantos sonhos esquecidos

um vazio que vive no coração

O meu desejo é profundo demais pra expor

E o que eu penso é difícil de alguém aceitar

A vida segue e os dias não são tão iguais

Cadê a vida que não conseguimos notar?

Onde mora a verdade?

Onde mora o amor?

Onde vive a liberdade?

Diz qual é seu sabor

Você anda pelas ruas

sem respostas enfim

Mas a fé que eu tenho em Deus

Me faz ver o que sou, nunca fugir de mim

O meu desejo é intenso demais pra falar

Mas hoje eu grito e o que acredito eu vou levar

Para onde for, no dia a dia

Todo dia esse grande amor eu vou levar”



            Cotidiano – Catedral 

   

“Nascer: findou o sono das entranhas.

Surge o concreto,

a dor de formas repartidas.

Tão doce era viver

sem alma, no regaço

do cofre maternal, sombrio e cálido.

Agora,

na revelação frontal do dia,

a consciência do limite,

o nervo exposto dos problemas.

Sondamos, inquirimos

sem resposta:

Nada se ajusta, deste lado,

à placidez do outro?

É tudo guerra, dúvida

no exílio?

O incerto e suas lajes

criptográficas?

Viver é torturar-se, consumir-se

à míngua de qualquer razão de vida?”

Carlos Drummond de Andrade

 

 

Autores da experiência

NomeCategoria
KECIA VIEIRA DOS SANTOSAgente Comunitário de Saúde

Atores da experiência

NomeCategoria
KECIA VIEIRA DOS SANTOSAgente Comunitário de Saúde
Galeria de imagens: 

Comentários

Parabéns pela perseverança e o olhar diferenciado com o próximo.

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obg Josealdo Rodrigues :)

Olá, Kesia

Muito prazer! Meu nome Luciane, sou curadora da IV Mostra e mesmo que eu esteja diretamente ligada para curar seu trabalho, trabalhamos em dupla (Clair Weber Gabriel e Luciane Aparecida Pereira de Lima) com apoio dos coordenadores (Aline Lima de Azevedo e Carlos Pilz).

Estou escrevendo para saber do seu interesse em participar do processo de curadoria da IV Mostra. 

A Curadoria não é obrigatória e a ideia é que possamos conversar através da plataforma da Comunidade de Práticas,com o intuito de possibilitar que o relato da sua experiência mostre todas as suas possibilidades.

E aí, você topa? Caso positivo, preciso que você responda em até 5 dias corridos. Após esse período, precisaremos passar para um próximo relato de experiência, para garantir o acesso do maior número de pessoas.

grande abraço

Luciane Aparecida Pereira de Lima. - Curadora

Ola Luciene!

Estou sim interessada. Ficarei no aguardo dos seus comentarios, para possiveis adequações e/ou alterações.

Abs 

ola Kecia

grata por aceitar a curadoria! que emocionante viu! faz sentir suas preocupações e suas alegrias e reflexões.

nos conte um pouco mais sobre as praticas de comunicação coletiva.

abraços

Luciane - curadora

OBS:  vc me fez lembrar um pouco de um estudioso Ricardo Rodrigues Teixeira no artigo http://www.corposem.org/rizoma/conflito.htm:

  O  amor é um “entre”. É a modalidade mais elevada do “entre”; é a forma mais sublime do encontro. A comunicação, de uma  forma geral, também pode ser vista como um “entre”. De modo semelhante ao amor, nós também podemos experimentar os mais variados sentimentos, sensações e formas de consciência, durante um evento comunicacional. Podemos “sentir” ou não que comunicamos. Podemos até pretender chegar ao “controle consciente” da comunicação e planejá-la. Ainda assim, a comunicação não saberia se caracterizar por nenhum desses “estados de espírito” que a acompanham. A comunicação não é principalmente uma “relação entre consciências”, mas um acontecimento que se dá ou não. Conhecer a comunicação é habitá-la e experimentar, não tanto os sentimentos que desperta nos sujeitos, mas as forças que atravessam e conformam esse “entre”, determinando as formas da reciprocidade entre os sujeitos.

1

Olá Luciane!

 Percebo que voce compreendeu o cerne de minhas ponderações, fico feliz! :D 

Talvez não tenha pormenorizado as reflexões em torno da comunicação coletiva por considerar, diante dos questionamentos propostos, o texto ja extenso o suficiente. 

Porém posso considerar a possibilidade de amplia-lo.

Abraço Cordial,

Kécia 

Ola Kecia

fique a vontade, a curadoria propõe novos pontos de reflexão sobre a pratica e o trabalho vivo em saúde. vamos conversando, sobre essa linda vivência e sentimentos de quem ama muito o que faz, eu tb gosto muito de ver pessoas como vc assim, sensivel e com outros olhares! mais podemos

refletir um pouco sobre a coletividade, grupalidade, enfim estar no trabalho em equipe, tem horas que parece que estamos sozinhos, logo a gente se depara com uma equipe que esta perto e longe ao mesmo tempo! a rotina do ACS é um pouco isso né, e podemos falar pra todos os trabalhadores de saúde!

gostaria de conversar sobre isso? 

um grande abraço

Luciane - Curadora

1

Ola Luciane! 

Obg pelos elogios, fico grata!

Obg tambem pela dica e a observação tão coerente. Realmente devo elucidar mais as contribuições dos meus colegas de trabalho, sem os quais não realizaria minhas atividades com tanto afinco. São deles que advem o apoio, muitas vezes o ânimo e tantas outras coisas.

Em breve farei as adaptações.

 

Um abraço,

Kecia 

Lindo relato! Linda sensibilidade! parabéns

1

Oi Aline!

Fico feliz que tenha lido minha experiência e que tenha gostado.  ;)

Muito obrigado! 

 

Um abraço!

ola Kecia

como vai! como tem passado! grande abraço 

Luciane

Ola, ainda tem interesse pela curadoria?

so lembrando as novas datas da iv amostra, abraços, Luciane - curadora

  • Os seguintes prazos foram modificados:
    • Curadoria: prazo estendido até 04 de novembro de 2013;
    • Edição de relatos: prazo estendido até 07 de novembro de 2013;
    • Avaliação entre pares: 11 de novembro a 13 de dezembro de 2013;

 

Olá Luciane!

Perdoe-me pela demora em realizar as adaptações!

Gostaria que desse uma olhada. Está no tópico (novidades)

Um forte Abraço!

Kécia

ola Kecia, que legal, gostei muito! viu

o trabalho em equipe com sua sensibilidade tera uma novo encontro! olhe para sua equipe! veja quais os sentimentos eles percebem no cotidiano, a arte do encontro, somos muito mais quando mais o nosso coletivo for presente em nossa vida. eu senti uma grande alegria quando vc editou seu relato e os incluiu! 

vou deixar meu presente pra vc, é uma reflexão a partir do caro pensador: Eymard Mourão Vasconcelos no link http://www.prac.ufpb.br/anais/xenex_xienid/x_enex/ANAIS/Area6/6CCSDPSPEX01.pdf

"Desenvolvendo um trabalho fundamentado pela Educação Popular vislumbrada por Paulo Freire, com uma visão de atenção integral à saúde, o projeto se contrapõe à proposta tradicional de educação e saúde. A Educação popular tem um caráter coletivo, passa por um processo de ação grupal e é vivida como práxis concreta de um grupo, ainda que o resultado do que se apresente seja absorvido individualmente. De acordo com o texto de Eliane S. de Souza, a Educação Popular em Saúde é vista como um novo movimento social, o movimento social pela vida."

um grande abraço e inte mais

abraços  - Luciane - curadora

Ola!

Parabéns pela participação de sua experiência!!!

Hoje 04 de novembro de 2013 se encerra o prazo da curadoria, mas a edição de relatos poderá ser feita ate 07 de novembro aproveite este período para contar um pouco mais de sua experiência.

A avaliação entre pares será de 11 de novembro a 13 de dezembro.

 

Abraços!

 

Clair Weber Gabriel - Curadora

Olá Luciane!

Obg  pelas contribuições tão plausíveis.

Foi uma alegria tê-la a cuidar do meu trabalho :D

 

Abraço forte! 

Ola! 

Hoje 04 de novembro de 2013 encerrou o prazo da curadoria, 

mas a edição de relatos poderá ser feita ate 07 de novembro!

aproveite este período para contar um pouco mais de sua experiência. 

 Abraços

 Luciane - curadora

Parabéns pelo trabalho, pelo olhar e cuidado.

1

Obg Aline! ;)

 

Parabens!

Kecia querida!

O que dizer do seu relato....Tanto imangens quanto escrita compõe a delicadeza do que é o cuidar, em luz, em afeto, em leveza. E... ao ler, ressoava em minha memória Autor que produz em mim luz, afeto e leveza. Autor que dizia teimar em crescer, seus pequenos compõe com minhas lembranças de Manoel de Barros, que escreve sabiamente...

"... Que a importância de uma coisa há que ser medida pelo encantamento que a coisa produza em nós". 

Obrigada pelo relato

Mirian

Olá Mirian!

Obrigado por seu comentário. Bela citação!

Um abraço,

Kécia

Olá, hoje conheci seu  relato e com ele um pouco do seu trabalho tbm, parabéns!!! Achei lindo demais e ensina muito!!!

Quero perguntar sobre as fotografias usadas no relato, tbm curto fotografias ....

Qual é o tipo de autorização de imagens que vc usa quando usa uma fotografia de pacientes, adultos ou crianças? Pode me ajudar com essa dúvida cruel???

Tomara, agradeço desde já! Boa sorte na tua apresentação ok! Vou fazer o possível para estar lá tbm, um bj

Marilis Metzenthin

 

1

Ola Marilis!

Fico grata por tantos elogios!

Quanto as fotografias sempre tenho um termo de liberação assinado por cada um ou responsáveis. Mas, acima de tudo esta o sentimento de confiança que graças a Deus tenho de forma recíproca com minha comunidade.

Espero conhecê-la pessoalmente na apresentação.

Um abraço,

Kécia. 

Olá, hoje conheci seu  relato e com ele um pouco do seu trabalho tbm, parabéns!!! Achei lindo demais e ensina muito!!!

Quero perguntar sobre as fotografias usadas no relato, tbm curto fotografias ....

Qual é o tipo de autorização de imagens que vc usa quando usa uma fotografia de pacientes, adultos ou crianças? Pode me ajudar com essa dúvida cruel???

Tomara, agradeço desde já! Boa sorte na tua apresentação ok! Vou fazer o possível para estar lá tbm, um bj

Marilis Metzenthin

 

Olá, hoje conheci seu  relato e com ele um pouco do seu trabalho tbm, parabéns!!! Achei lindo demais e ensina muito!!!

Quero perguntar sobre as fotografias usadas no relato, tbm curto fotografias ....

Qual é o tipo de autorização de imagens que vc usa quando usa uma fotografia de pacientes, adultos ou crianças? Pode me ajudar com essa dúvida cruel???

Tomara, agradeço desde já! Boa sorte na tua apresentação ok! Vou fazer o possível para estar lá tbm, um bj

Marilis Metzenthin

 

Olá, hoje conheci seu  relato e com ele um pouco do seu trabalho tbm, parabéns!!! Achei lindo demais e ensina muito!!!

Quero perguntar sobre as fotografias usadas no relato, tbm curto fotografias ....

Qual é o tipo de autorização de imagens que vc usa quando usa uma fotografia de pacientes, adultos ou crianças? Pode me ajudar com essa dúvida cruel???

Tomara, agradeço desde já! Boa sorte na tua apresentação ok! Vou fazer o possível para estar lá tbm, um bj

Marilis Metzenthin

 

Parabéns pelo o seu trabalho! se vê como vc ama o que faz!!!

 

 

 

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Obrigado Maria da Conceição!

O amor sempre transforma realidades!

Um abraço,

Kecia

 

Maravilhoso!!! Parabéns! O mundo precisa de amor, então precisa de pessoas como você. 

Abraços!

 

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Ola Simone!

Realmente, o mundo precisa de amor!

Essa verdade deve permear nosso cotidiano e nossas relações!

Obrigado por conferir meu relato!

Um abraço,

Kecia

Fiquei encantanda e emocionada ao ler seu relato.

Espero encontrar, pela vida, muitos ACS como você!

Parabéns, você se mostra uma força motriz para impulsionar o cuidado em saúde, assim como a melhoria da ESF e do SUS.

 

Abraços!

Fiquei encantanda e emocionada ao ler seu relato.

Espero encontrar, pela vida, muitos ACS como você!

Parabéns, você se mostra uma força motriz para impulsionar o cuidado em saúde, assim como a melhoria da ESF e do SUS.

 

Abraços!