A inserção da Fitoterapia no SUS em Vitória (ES): ampliando o acesso e promovendo a saúde

A inserção da Fitoterapia no SUS em Vitória (ES): ampliando o acesso e promovendo a saúde

A Fitoterapia foi institucionalizada em Vitória (ES) desde 1996, com objetivo de promover o resgate da autoestima e saber popular, reduzir o consumo de medicamentos sintéticos, incentivar às práticas naturais e os jardins terapêuticos nas unidades, escolas, creches e moradias. Os fitoterápicos são oferecidos mediante prescrição em 100% das farmácias das unidades e houve crescimento da oferta de 200% nos últimos dois anos devido o interesse dos prescritores e satisfação dos usuários.

Dados da Experiência

Local da experiência: 
Vitória (ES)
Envolve quais pontos / equipes da rede?: 
Qual foi a experiência desenvolvida? Sobre o que foi?: 

 Em 1990 realizou-se um diagnóstico da situação onde se constatou que 90 % dos moradores da cidade entrevistados utilizavam plantas medicinasi para tratamento de doenças e que 60% dos profissionais de saúde (médicos, enfermeiros e odontólogos) entrevistados tinham interesse para prescrição de fitoterápicos e participar de cursos de capacitação. Após articulação com as Secretaria de Serviços urbanos e meio ambientes foi implantado um Horto Medicinal com objetivo de resgatar o saber popular, cultivar as plantas medicinais para fornecimento de mudas, incentivar os tratamentos naturais e preservar as plantas medicinais. Em 1991, gestores decidiram pela reforma administrativa do organograma da Secretaria municipal de Saúde (Semus), optaram pelo concurso público e foram criadas vagas para médico fitoterapeuta; farmacêutico homeopata e agrônomo. Diversas ações educativas e eventos científicos foram realizados ao longo desse período e em 1996, o Programa de Fitoterapia foi institucionalizado através da Lei nº 4352. Implantou-se uma farmácia de manipulação de fitoterápicos para fornecer, mediante prescrição, medicamentos fitoterápicos padronizados, com base em critérios científicos definidos pela Comissão municipal de medicamentos fitoterápicos. Durante nove anos foram produzidos fitoterápicos sob a forma de tintura e dispensados mediante receita em todas as farmácias municipais.

  A partir de 2006 o Comitê gestor da Semus optou pela oferta de medicamentos fitoterápicos industrializados e a Comissão municipal de fitoterápicos padronizou fitoterápicos de acordo com o perfil epidemiológico da população e critérios científicos quais sejam: Aescullus hipocastanum; Arnica montana; Gingko biloba; Glycine max; Hargophytum procumbens; Hypericum perforatum; Maytenus ilicifolia; Mikania glomerata; Cynara scolymus; Rhamnus purshiana.

  A equipe técnica da Fitoterapia elaborou material educativo para as atividades educativas quais sejam: 01 folder que orienta o uso correto de chá; 01 folder que incentiva e orienta o cultivo orgânico e 01 manual que orienta os profissionais de saúde para a implantação dos projetos locais de fitoterapia. Além disso, realiza cursos, palestras e seminários visando à capacitação dos trabalhadores e comunidades bem como atua em parceria com a equipe da Secretaria de meio ambiente e Secretaria de Educação.

   Em 2009, após realização de um intenso debate com gestores e munícipes, foi aprovada a Lei nº 7586, que instituiu a Política Municipal de plantas medicinais e fitoterápicos visando garantir a oferta de medicamentos fitoterápicos, integrar as ações educativas coletivas e individuais das Secretarias municipais de educação, meio ambiente e saúde, etc. Em 2010 foram entrevistados 100 médicos das Unidades de Saúde da Família e Unidades Básicas e observou-se os seguintes resultados: 50% prescrevem fitoterápicos disponibilizados na rede municipal; 71% referem boa aceitação dos usuários; 67% referem bons resultados e 79% tem interesse em participar dos cursos de capacitação.

Nos últimos dois anos houve um crescimento de prescrição de fitoterápicos em relação aos anos anteriores da ordem de 200% o que significa a adesão cada vez maior dos prescritores e usuários. Sabe-se que a transformação nas práticas em saúde exige envolvimento de atores sociais e institucionais e temos certeza que a Fitoterapia é uma prática de atenção à saúde que difere da prática centrada na doença e está centrada no conceito positivo de saúde, que valoriza o autocuidado e focada na recuperação da saúde. Podendo optar por métodos mais leves e medicamentos naturais, atuamos pela valorização da escolha, respeitando a totalidade do sujeito. Conclui-se que a fitoterapia favorece o protagonismo e a participação dos profissionais e usuários, democratizam a gestão e ampliam a atenção à saúde com responsabilização pactuada entre gestores, trabalhadores e usuários.

 

 

Como funciona(ou) a experiência?: 

Desde 1988, gestores compromissados com o movimento social e cientes das  recomendações da 8ª Conferência Nacional de Saúde, sobre a necessidade de introdução das práticas integrativas e complementares no âmbito dos serviços, optaram pela implantação da Fitoterapia. Nesse período a médica Henriqueta Sacramento foi convidada para idealizar e coordenar o referido programa.

Na articulação entre a Secretaria de meio ambiente e serviços urbanos com a Secretaria de saúde, em 1990 implantou-se o I Horto Municipal de plantas medicinais anexos ao Horto Municipal Florestal. No mesmo ano realizou-se o I Seminário de Plantas Medicinais para sensibilização da população, gestores e trabalhadores do SUS, no auditório da Rede Gazeta. Nessa época contamos com a assessoria técnica de uma profissional –técnico agrícola- experiente na área de cultivo de plantas medicinais.

Todas as etapas foram apoiadas e planejadas na gestão da Divisão Médica-odontológica da Semus e contava na época com apenas uma médica na coordenação do Programa, mas com o apoio e parecria de técnicos da semus e da secretaria de serviços urbanos e meio ambiente as ações forma sendo conduzidas. Em 1990 com a reforma administrativa do organograma da Secretaria municipal de Saúde (Semus) optou-se pelo concurso público e foram criadas vagas e aprovadas pela Câmara Municipal para: Médico fitoterapeuta; Médico homeopata; Médico acupunturista; Farmacêutico homeopata e Agrônomo. Dessa maneira garantindo desde o início o planejamento e organização para implantação das PICs.

Foram realizadas pesquisas sobre interesse para capacitação e prescrição de fitoterápicos dos médicos, odontólogos, enfermeiros da rede municipal de saúde e diversos cursos foram planejados e oferecidos com uma destacada procura e interesse dos profissionais.

 Ao mesmo tempo a Gerência de Assistência Farmacêutica inseriu no planejamento a instalação de espaço para Farmácia de Manipulação de Fitoterápicos que só foi inaugurada após aprovação do projeto de Fitoterapia no Planejamento Estratégico em 1995.

Foram realizados diversos eventos tais como Seminários, Jornadas com objetivo de debater a Importância da Fitoterapia no SUS bem como a intersetorialidade e o controle e participação social.

Em 1996 foi inaugurada a Farmácia de Manipulação de Fitoterápicos que era coordenada pela Farmacêutica Homeopata concursada.

Ao longo de todo período da execução do Programa contou-se com o apoio e parceria da Secretaria Municipal de meio ambiente, entretanto sòmente em 2002 passou-se a contar com agrônomo na equipe do programa devido questões burocráticas, já que o primeiro agrônomo que entrou pelo concurso não assumiu a vaga e só se desligou definitivamente em 2000. A Semus então realizou novo concurso para entrada de novos técnicos em 2001 e sendo assim desde 2002 contamos com a participação de um agrônomo na equipe do programa.

Após a efetivação do agrônomo foram implantados diversos projetos locais de Plantas medicinais e os jardins terapêuticos nos territórios de saúde com grande participação da comunidade em projetos de educação popular em saúde e plantas medicinais. Citamos: 1- Projeto cultivando saúde no território Grande Vitória com a implantação de 60 hortas residenciais em parceria com a Faculdade de Ciências de Saúde-FAESA num Projeto de Extensão para acadêmicos do Curso de Enfermagem; 2- Projeto Jardins terapêuticos na US Jardim da Penha; Us Andorinhas; Ilha do Príncipe; Jardim Camburi; Ipamv; CMEI Cecília Meireles; Escola Municipal Tancredo Neves; 3- Viveiro Municipal de Plantas medicinais.

Somos referência para os municípios do estado, e prestamos assessoria técnica quando convidados por órgãos federais, estaduais e municipais. A proposta do programa foi bem aceita e respeitada pelos gestores, profissionais de saúde usuários e conselheiros de saúde o que fortalece as práticas integrativas no SUS em Vitória.

Desafios para o desenvolvimento: 

DESAFIOS:

 1- Ausência do agrônomo na equipe nos primeiros anos impossibilitando-nos a implantação dos projetos de hortas domiciliares e jardins terapêuticos.

2- Dificuldade para aquisição da droga vegetal de qualidade através de licitação para manipulação das tinturas.

3- Falta de legislação para regulação da manipulação das tinturas e outras formas farmacêuticas.

4- Falta de legislação federal no início do percurso para incentivo financeiro e orientação aos gestores quanto à importância e necessidade de implementação do Programa.

5- Baixo entendimento de alguns gestores e profissionais para a inserção e fortalecimento das PICs no cotidiano das equipes da atenção básica, bem para a articulação intersetorial necessitando que a equipe de coordenação tenha um cuidado e esforço para manter a articulação e integração com os demais programas de saúde.

Para responder aos desafios lançamos mão:

1- Contamos no início com o apoio técnico de uma técnica agrícola contratada durante os primeiros dois anos para a aquisição de mudas matrizes e desenvolvimento da Horta medicinal e depois com o apoio da secretaria de meio ambiente numa parceria.

2-e 3- Decisão dos gestores para aquisição de medicamentos fitoterápicos industrializados ou por convênio;

4- A coordenação do Programa passou a participar de diversos eventos científicos e visitas técnicas buscando a troca de conhecimentos e orientação com profissionais experientes de outras instituições tais como Universidade federal de Ceará na pessoa do Dr. Francisco Matos, Secretaria de Saúde do DF, Recife e Curitiba. Também a partir da sua participação no Grupo de trabalho que elaborou a Proposta de Política de Plantas medicinais e medicamentos fitoterápicos e da Comissão de fitoterápicos da Anvisa-Conafit, podemos nos fortalecer na direção da melhoria do processo de trabalho no município de Vitória.

5- São realizados Workshops, formados Grupos de trabalho intersetoriais com Secretaria de meio ambiente, Secretaria de ação social, Secretaria de educação, visando ampliar o conhecimento e buscar soluções para enfrentamento das barreiras. Articulação com os movimentos sociais visando legitimar e incluir as PICs no Plano Municipal de Saúde; Conferências de Saúde; Conferências de Meio Ambiente e de Educação; Participação da equipe em eventos científicos e institucionais quando convidados para divulgação do trabalho e ampliação das parcerias.

6- Inserção das metas para fortalecimento da Fitoterapia e demais PICs no Plano Municipal de Saúde e Plano de ação.

7- Articulação permanente com os movimentos sociais e profissionais de saúde para a manutenção e implementação das ações necessárias para ampliação do acesso e resolutividade.

Quais as novidades?: 

-Criação da Referência Técnica em Fitoterapia desde o início do projeto através de concurso público garantindo uma vaga para médico Fitoterapeuta;

- Apoio da Secretaria Municipal de meio Ambiente que mantém um Viveiro com espaço para cultivo e manutenção de centenas de plantas medicinais que são cultivadas, identificadas e depois distribuídas sob a forma de galhos e mudas para os usuários cadastrados e Instituições públicas que desenvolvem projetos de plantas medicinais;

- Articulação com os movimentos sociais para garantia da mobilização e participação popular visando o apoio para a efetivação da Política;

- Criação de uma Comissão de medicamentos fitoterápicos e homeopáticos para elaboração e validação da relação municipal de fitoterápicos;

- Inserção da Fitoterapia na Relação Municipal de Medicamentos (Remume)   desde a 1ª versão em 1998;

-Lei Farmácia Vivas desde 1996, o que ajudou para inserção no planejamento estratégico da Farmácia de manipulação de fitoterápicos;

- Elaboração e validação da Política Municipal de Plantas medicinais e Medicamentos Fitoterápicos com apoio dos usuários, gestores e trabalhadores em 2008 e assinada pelo Prefeito em 05 de junho de 2009;

- Elaboração e publicação do Manual para orientação de implantação dos Projetos Locais de Fitoterapia, em 2009.

- Inserção da Fitoterapia nos Protocolos de Saúde da Criança, de Saúde Bucal e Hipertensão e Diabetes;

- Manutenção da Intersetorialidade- Coordenação e Criação do Grupo de Trabalho (GT Plantas medicinais em parceria com a Semmam) 2011;

- Convite para participação da Referência Técnica em Fitoterapia em eventos locais, nacionais e internacionais para difundir a nossa experiência e incentivar os municípios e profissionais de saúde;

- Elaboração da lista de plantas medicinais para serem cultivadas e distribuídas no Viveiro de Plantas Medicinais e Jardins terapêuticos, 2013;

- Garantia de orçamento municipal para aquisição de medicamentos fitoterápicos, produção de material educativo, realização de cursos e demais eventos educativos, e insumos para implantação dos Jardins Terapêuticos nas Unidades de saúde;

- Convite dos gestores atuais para que a Referência Técnica em Fitoterapia assuma a coordenação das Práticas Integrativas e complementares com objetivo maior de construção da Política Municipal de práticas integrativas e complementares no SUS.

- Elaboração de Projetos Locais de Fitoterapia em parceria com os usuários e profissionais de saúde através da garantia do apoio técnico em fitoterapia em 100% das Unidades de Saúde e Centros de Referência.

A experiência em Vitória promoveu um novo paradigma na saúde demonstrando que podemos articular os diversos saberes técnicos visando reduzir a medicalização excessiva da população e consequentemente melhorando a qualidade de vida, com a redução do consumo excessivo de medicamentos sintéticos e consequentemente redução dos efeitos colaterais; promovendo a valorização do saber popular e da singularidade ofertando medicamentos que são escolhidos e apoiados pelos usuários e profissionais de saúde. Promovendo sempre um amplo debate junto aos gestores e trabalhadores centramos o foco para fortalecimento da promoção da saúde quando valorizamos o empoderamento dos usuários para a escolha de tratamentos naturais. Ao mesmo tempo ao atuarmos em parceria com gestores e profissionais da área de saúde, meio ambiente, educação e assistência social ampliamos as possibilidades de retomar o diálogo e ampliação do cuidado na ótica da promoção da saúde, da prevenção de doenças, no desenvolvimento local, fortalecendo os laços da comunidade com suas origens, com sua história e com a vida com mais saúde.

Outras observações/campo livre: 

ENVIAMOS A PROGRAMAÇÃO DO X CURSO DE FITOTERAPIA PARA PRESCRITORES-2013, QUE INICIOU DIA 05 DE SETEMBRO.COM 40 VAGAS, HOUVE UMA GRANDE PROCURA E OUTRO CURSO SERÁ PROGRAMADO PARA ATENDER OUTRA TURMA DE PRESCRITORES. ATRAVÉS DA METODOLOGIA DA EDUCAÇÃO PERMANENTE QUE UNE TEORIA E PRÁTICA ESTAMOS CONFIANTES QUE ALCANÇAREMOS NOSSOS OBJETIVOS.

 

Programação

Responsável

1ª AULA:

Abertura

Apresentação do Grupo e Plano do Curso

 

 

Política Municipal de Plantas medicinais e Fitoterápicos e Política Municipal de Práticas Integrativas e Complementares

 

 

 

 

Gestores: GAS e GAB

Tutores ETSUS

Henriqueta Sacramento

 

Henriqueta Sacramento

Karol Biajolli

 

 

 

 

2ª AULA

Aspectos Históricos, Botânicos, agronômicos e Toxicológicos

 

 

 

 

Henriqueta Sacramento

 

Geneilcimar dos Santos Ferreira

3ª AULA

Princípios ativos e propriedades FARMACOLÓGICAS

 

A PRESCRIÇÃO DE FITOTERÁPICOS

 

 

 

 

 

Diana Sales           

 

Henriqueta Sacramento

4ª AULA

 

AULA PRÁTICA NO VIVEIRO DE PLANTAS MEDICINAIS –IDENTIFICAÇÃO BOTÂNICA, FOTOGRAFIA E COLETA DE MATERIAL

 

 

Henriqueta Sacramento

Geneilcimar dos Santos Ferreira

5ª AULA

FITOTERÁPICOS COM ATUAÇÃO NO Sistema Digetsivo:Maytenus ilicifolia; Rhamnus prushiana; Cynara scolymus L.

 

 

 

 

Fit:Henriqueta Sacramento

6ªAULA

REVISÃO DE DEPRESSÃO

FITOTERÁPICOS COM ATUAÇÃO NO SNC:

Hypericum perforatum

 

 

 

 

Fito: Henriqueta Sacramento

 

 

7ª AULA

BRONQUITE E ASMA

FITOTERÁPICO: Mikania glomerata

 

SISTEMA CIRCULATÓRIO

FITOTERÁPICOS: Aesculus hippocastanum; Gyngko biloba

 

 

 

 

Fito: Henriqueta Sacramento

8ª AULA

 

REVISÃO CLIMATÉRIO:

FITOTERÁPICO: Glycine max

 

 

 

Fito: Henriqueta Sacramento

9ª AULA

ANTIINFLAMATÓRIOS NO SISTEMA OSTEOMUSCULAR:

FITOTERÁPICOS: Harpagophythum procubens

Arnica montana

Uncaria tomentosa

 

Fito: Henriqueta Sacramento

10 HORAS

DISPERSÃO COM O ACOMPANHAMENTO DOS TUTORES PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO DE INTERVENÇÃO

 

 

Geneilcimar ferreira  e Henriqueta Sacramento

 

10ª AULA

 

SEMINÁRIO DE APRESENTAÇÃO DOS PROJETOS DE INTERVENÇÃO : FITOTERAPIA NA ATENÇÃO BÁSICA

 

 

 

Henriqueta Sacramento

 

 

 

Autores da experiência

NomeCategoria
HENRIQUETA TEREZA DO SACRAMENTOMédico
GENEILCIMAR DOS SANTOS FERREIRAOutro
DAYSI BEHNINH KOEHLERGestor

Atores da experiência

NomeCategoria
HENRIQUETA TEREZA DO SACRAMENTOMédico
KAROL BIAJOLIFarmacêutico
GENEILCIMAR DOS SANTOS FERREIRAOutro
Galeria de imagens: 

Comentários

0cm;line-height:13.5pt">Olá Henriqueta, Geneilcimar e Daysi, tudo bem?  

Muito Interessante o relato de vocês!

Eu e Patrícia somos curadoras da IV Mostra e estamos escrevendo para saber se vocês teriam interesse em participar de um  processo que se chama curadoria. A curadoria é um momento de troca, reflexão com  objetivo de ampliar e "amostrar" mais os relatos que estamos recebendo. A Curadoria não é obrigatória e a ideia é que possamos conversar por meio da própria plataforma da Comunidade de Práticas, com o intuito de possibilitar que o relato da sua experiência mostre todas as suas possibilidades. 

E aí, vocês topam? 

Caso positivo, precisamos que você responda esse comentário em até 5 dias corridos.  

Contamos com vocês!!!  

0cm;line-height:13.5pt">Mariane Sandri e Patrícia Sampaio Chueiri.

OLá Mariane e Patrícia

 

Aceitamos o desafio da Curadoria sim.

Aguardamos mais notícias para entender melhor o processo de curadoria.

AbraSUS.

Henriqueta Sacramento

 

 

Olá autores, tudo bem?

Que bom que vocês aceitaram participar da curadoria! Super interessante a experiência! Vocês já pensaram em como apresentá-la lá na mostra caso a experiência seja aprovada na avaliação entre pares? Como não vai ter espaço para poster é legal pensar em como fazer uma apresentação criativa que chame atenção das pessoas! Ainda mais que a experiência de vocês é super bacana e pode fazer com que outros municípios queiram "copiá-la"! A minha sugestão seria através das fotos que vocês anexaram ao relato e, talvez, com um vídeo, o que vocês acham? Devido ao tempo também é importante pensar se é factível!

Vamos conversando!

Um abraço!

Mariane

Vamos levar material educativo-folderes e manuais que poderão orientar melhor os colegas.

Obrigada!

Abrasus.

Henriqueta

Olá Mariane!!

 

Obrigada pelas dicas.Vamos analisar , nos preparar e aguardar o resultado.

No dia 21 faremos um Seminário de encerramento do X Curso de Fitoterapia na APS e vou tentar filmar.Os alunos do curso apresentarão os projetos de Intervenção que serão implantados nos territórios de saúde.Será um momento beme special e conytaremos com a participação do Ministério da Saúde aqui em Vitória.

AbraSUS!!

Henriqueta Sacramento-RT PICs

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OLá Mariane

 

Gostaria de melhor orientação sobre a avaliaçã entre pares.Li que receberíamos um tutorial, eu entendi que seria um caminho para realizar as avaliações.Vc poderia me explicarcomo será a avaliação.

Obrigada.

AbraSUS.

Henriqueta Sacramento

Olá Henriqueta,

Para mais informações sobre a avaliação entre pares é só entrar na página da IV MostraNacional de Experiências em Atenção Básica/Saúde da Família (http://www.atencaobasica.org.br/mostra) ir até o fim da página em "linha do tempo da mostra" e clicar em "avaliação entre pares" (é o n 5), ali explica tudo direitinho!!!

Um abraço.

OLà. Acabei só realizando a avaliação hoje, dia 01, pois estava super atarefada ontem , já que estou na fase final para qualificação do projeto de mestrado. Espero que seja prorrogada e que eu seja absolvida.

MInhas desculpas! Mas quero muito continuar participnado!

Obrigada.

Henriqueta Sacramento

Olá Henriqueta, Geneilcimar e Daysi, boa tarde!

Tudo bem?

Fiquei enaltecida de saber que há anos essa experiencia tem sido exitosa. Em contextos diferenciados, nos mais diversos ambientes, adequar a situacao do local de abrangencia é sem duvida uma grande iniciativa.

Atualmente tenho encontrado dificuldades em diversos atores a respeito de medicalizacao, tanto profissionais de saude como a propria populacao, seja pela tradicao cultural de medicamentos ou pela propria historia curricular academica do profissional. Embora conheça outras experiencias fantásticas como a sua, nota-se que a caminhada ainda é longa,mas certamente valiosa e imprescindivel.

Abraços , SUScesso!

Ate a Amostra!

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Olá!!

Gostaria de parabenizar a iniciativa já tão consolidada realizada por vocês, reconhecendo o desafio que é inserir práticas populares em contextos de saúde ainda médico-centrados, hospitalocêntricos e com forte influência da indústria farmacêutica. Essa experiência precisa mesmo ser partilhada! Só senti falta da inclusão dos Agentes Comunitários de Saúde no curso que vocês ofertam. É somente para profissionais de nível superior? Acho que seria interessante também o registro, através de vídeo, de depoimentos de usuários e trabalhadores acerca da experiência. 

AbraSUS

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OLá

Infelizmente um video com relatosa não foi posível.Muito ocupada!

Ah os ACS são inseridos sim e participam de cursos também.

UNidades de saúde que já houve capacitações:US Ilha do Príncipe; Ilha das Caieiras; Consolação;Jardim da Penha:Grande Vitória; Santo Antônio;Santa Marta; Andorinhas.

Nos encontramos em Brasília!

ABRASUS!

Henriqueta Sacramento

Experiência Maravilhosa! Muito interessante mesmo!

Olá Daniel

Que bom que achou interessante!

AbraSUS.

Henriqueta Sacramento