Vigilância em Saúde: Uma proposta de interlocução teórico-prática no ensino de graduação

Vigilância em Saúde: Uma proposta de interlocução teórico-prática no ensino de graduação

Torna-se imprescindível conhecer o processo de distritalização como uma forma de organização do sistema municipal de saúde, que apresenta, por sua vez, uma perspectiva social de uma política pública para a população. Para isto, graduandos do 3° ano do curso de Odontologia realizaram uma visita à Secretaria Municipal de Saúde de Campina Grande – PB, a fim de identificar a oferta dos serviços de saúde e as atribuições dos Gerentes de Distrito e Apoiadores de Saúde Bucal dos 6 Distritos Sanitários.

Dados da Experiência

Local da experiência: 
Campina Grande (PB)
Envolve quais pontos / equipes da rede?: 
Qual foi a experiência desenvolvida? Sobre o que foi?: 
  • O município de Campina Grande - PB está dividido em seis (6) Distritos Sanitários. A distritalização é uma estratégia de descentralizar os serviços de saúde e tem como objetivo, transformar as práticas sanitárias. Porém, na realidade, o município apenas apresenta uma distritalização de cunho topográfico, ou seja, a distribuição em Distritos se faz a partir do critério da manutenção da continuidade territorial e do equilíbrio populacional.

 

  • No município de Campina Grande, há 70 Unidades Básicas de Saúde da Família (UBSFs), e um total de 94 Equipes da ESF. Sendo assim distribuídas:

    - Distrito Sanitário I: 15 UBSFs; 20 equipes da ESF.
    - Distrito Sanitário II: 12 UBSFs; 16 equipes da ESF.
    - Distrito Sanitário III: 9 UBSFs; 13 equipes da ESF.
    - Distrito Sanitário IV: 12 UBSFs; 13 equipes da ESF.
    - Distrito Sanitário V: 8 UBSFs; 12 equipes da ESF.
    - Distrito Sanitário VI: 14 UBSFs; 20 equipes da ESF.

 

  • Cada Distrito apresenta o caráter de denotar uma área geográfica pré determinada, comportando uma população com suas características epidemiológicas e sociais, sua necessidade e os recursos de saúde disponíveis para atendê-la. 

 

  • A partir destes conhecimentos, foi realizado um trabalho de campo, exploratório, realizado na Secretaria Municipal de Saúde, com a finalidade de identificar as características relacionadas às competências dos Gerentes dos Distritos Sanitários, bem como, dos Apoiadores de Saúde Bucal no município de Campina Grande – PB, pelos alunos de graduação do curso de Odontologia, da Universidade Estadual da Paraíba – Campus I – Campina Grande - PB.

 

  • Através de uma entrevista pôde-se obter uma matriz das competências, seja do Gerente, seja do Apoiador de Saúde Bucal, a qual ainda possibilitou conhecer os discursos e suas representações gerais sobre as atribuições dos entrevistados, explorando os papéis a eles destinados. Com este processo, ficou evidenciado uma grande lacuna entre a teoria e a prática dos serviços de saúde do SUS segundo o processo de descentralização por meio dos Distritos.

 

  • Ainda há um desconhecimento dos gerentes dos Distritos a respeito dos aspectos de saúde da população, como por exemplo, as patologias comumente presentes, as doenças de notificação compulsória mais prevalentes, as condições de violência e os aspectos sociais condicionantes do perfil de saúde/doença da população. O domínio dessas temáticas são requisitos indispensáveis para promover mudanças positivas do quadro de saúde da população, que é um dos principais objetivos do processo de distritalização.

 

  • À medida que as entrevistas ocorriam com os profissionais, foi notória uma compreensão parcial dos assuntos relativos às suas áreas, não identificando suas competências e/ou pouco reconhecimento do papel que eles possuem na política de saúde.

 

  • Para mudar esse perfil é preciso que sejam empreendidos esforços das instituições formadoras, dos gestores públicos e dos próprios profissionais de saúde.

 

  • A experiência fortaleceu a ideia de que a participação social no controle da execução de políticas públicas de saúde, por meio do conselho, é um direito adquirido para que o cidadão possa lutar por melhorias na assistência à saúde, sendo o mesmo, capaz de apontar os problemas e as soluções para sua própria qualidade de vida, possibilitando a efetivação do SUS universal e humanizado.

 

Como funciona(ou) a experiência?: 
  • A proposta de trabalho foi sugerida pelas professoras da disciplina de Estágio Supervisionado III, do curso de Odontologia da UEPB, tendo sido apresentado roteiro para execução da atividade como requisito para avaliação parcial do referido componente curricular. O local da dispersão para realização do trabalho foi a sede da Secretaria Municipal de Saúde da cidade de Campina Grande - PB.

 

  • Os graduandos dividiram-se em grupos com o objetivo de que cada grupo ficasse responsável por um Distrito Sanitário. Previamente, foi realizado um contato com os Gerentes e os Apoiadores em Saúde Bucal, para um agendamento da entrevista.

 

  • As equipes elaboraram um roteiro de perguntas para entrevistarem os Gerentes e os Apoiadores de Saúde Bucal, com o propósito de buscar informações acerca das atividades competentes aos entrevistados, bem como, sobre as características biológicas, ambientais, demográficas e socioeconômicas dos bairros envolvidos em cada DS. Questionou-se ainda, quanto ao número de famílias assistidas pelo Agente Comunitário de Saúde, traçando assim, as áreas cobertas e descobertas pelas Unidades Básicas de Saúde de cada Distrito.

 

  • A respeito da vigilância epidemiológica, pôde-se traçar quais as doenças mais notificadas, com base em cada território e, quantos aos desafios enfrentados, destacaram-se as infraestruturas das Unidades, as barreiras geográficas, a qualificação dos serviços ofertados a cada grupo prioritário e a violência em alguns territórios de contrastes sociais.

 

  • Com relação aos dados de Saúde Bucal, observou-se que uma parcela significativa das Unidades Básicas de Saúde não possuem Equipes de Saúde Bucal, dificultando o acesso da população às terapias odontológicas.

 

  • Ao final da coleta das informações, os graduandos relataram suas experiências em forma de apresentações realizadas em sala de aula, sendo acolhidas por todos como uma vivência importante para a sua formação acadêmica.
Desafios para o desenvolvimento: 

Devido à mudança de gestão (prefeitura) em janeiro (2013), houve alteração de gerentes nas Secretarias Municipais de Campina Grande – PB, incluindo a Secretaria de Saúde, fazendo com que, no momento da realização das entrevistas pelos graduandos, o repasse das informações se deu de forma incompleta, muitas vezes, não sendo apresentados os dados precisos e solicitados durante os questionamentos. Logo, a mudança política foi a justificativa relatada pelos Gerentes e Apoiadores de Saúde Bucal, por não estarem tão engajados no que diz respeito ao conhecimento de seus Distritos Sanitários.

Quais as novidades?: 
  • Após ter visto a teoria em sala de aula, com abordagens acerca da Vigilância em Saúde, os graduandos tiveram a oportunidade de conhecer a prática neste campo e, a partir deste momento, criar suas opiniões e compará-las com a realidade encontrada. É sempre um desafio conhecer os conceitos teóricos e após isto, ir de encontro à veracidade dos fatos. A experiência vivenciada pelos alunos irá refletir em possíveis estratégias que podem ser formuladas conjuntamente com os profissionais entrevistados.

 

  • Através deste relato confirma-se a importância de socializar a necessidade de formação do acadêmico com visão crítica do sistema e espera-se que estes achados venham a contribuir com a gestão para melhoria no planejamento e programação das práticas de vigilância à saúde no município.

 

  • Esta proposta de atividade acontece semestralmente, por consequência, os dados ainda são parciais refletindo, provavelmente, a pequena apropriação dos gerentes sobre o trabalho (neste instante da pesquisa). No entanto, os dados serão novamente checados, após, aproximadamente, seis meses, fato este em que a mudança da gestão não será mais tão recente. Portanto, futuramente será checado se o panorama atual mudará de configuração.
Outras observações/campo livre: 

Os alunos elaboraram, além das apresentações, relatórios nos quais manifestaram suas opiniões e perspectivas de acordo com as análises dos dados coletados de cada Distrito Sanitário. Os relatórios foram entregues aos Gerentes dos Distritos e aos Apoiadores em Saúde Bucal, como forma de auxiliar o trabalho dos profissionais, facilitando o delineamento dos próximos planejamentos e, tornando-os mais dinâmicos durante sua execução.

Autores da experiência

NomeCategoria
Marília Araújo ReulOutro
Renata Cardoso Rocha Madruga Sanitarista
Rilva Suely de Castro Cardoso Lucas Sanitarista
Maria Betânia Lins Dantas Siqueira Cirurgião Dentista
Ranulfo Cardoso Júnior Sanitarista
Sandra Maria Araújo de Sousa Apoiador

Atores da experiência

NomeCategoria
Anna Kássia Tavares Alves Chaves SantiagoOutro
Michele Maria da Silva SouzaOutro
Lucas Honório Brito Lyra de MeloOutro
Lunna FariasOutro
Paloma Said BrandãoOutro
Danielly Guedes LucenaOutro
Galeria de imagens: 

Comentários

Através deste trabalho pudemos perceber o quão a Vigilância em Saúde é atribuição fundamental do SUS e requer uma proteção estratégica permanente por parte daqueles que atuam no seu planejamento: No caso da vivência, os profissionais que atuam na gerência dos Distritos Sanitários e dos Apoiadores de Saúde Bucal.
Vale salientar que quando temos uma política municipal do cuidado com a saúde, inclui-se uma Vigilância, no qual a partir dela, serão retificados todos os saberes e as práticas das políticas de saúde vigentes, embasada na elaboração do cuidado com a vida.
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Ficou muito bom amiga. Gostei mesmo!

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Olá Marília.

Boa Noite.

Parabéns pela iniciativa de inscrever  o relato de experiência “ Vigilância em saúde: Uma proposta de interlocução teórico-prática no ensino de graduação” na IV Mostra Nacional de Experiências em Atenção Básica/Saúde da Família.

Somos Nasaré Medeiros e Maria da Penha Ferrer curadoras dessa Mostra, e gostaríamos de saber se você tem interesse em participar desse Processo de Curadoria, cujo papel do  Curador é contribuir com os autores  para que as experiências sejam relatadas da maneira mais clara e detalhada possível.

A participação no Processo de Curadoria não é obrigatória, e a ideia é que possamos conversar  por meio da Comunidade de Práticas  a fim de possibilitar que o seu relato “ mostre” todas as potencialidades de sua experiência.

Desta forma, caso você tenha interesse em participar da Curadoria, é necessário que nos  dê um retorno em até 5 dias corridos a contar desta data,já que a participação nesse processo é limitada e precisamos dar oportunidade para que outras pessoas participem.

Aguardamos retorno.

Nasaré  e Maria da Penha

2

Olá Nasaré e Maria da Penha, agradecemos o contato e confirmamos o interesse em participar deste processo da curadoria.
Fico à disposição para qualquer dúvida e assim, poder compartilhar ainda mais a nossa experiência.

Aguardamos o retorno.

Marília e equipe.

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Olá Marília.

Boa noite.

Parabéns pelo teu relato  que mostra a importância da vigilância  em saúde nos municípios.gostaria de fazer algumas indagações:

Gostaria de saber quantas unidades de saúde tem em cada distrito,se em todas existe a estratégia saúde da família?

Pelo que li há um desconhecimento por parte dos gerentes dos distritos a cerca do perfil epidemiológico de suas áreas ,mas se não conhecem este perfil como intervir para a melhoria de saúde das comunidades? Como atuar na promioção e prevenção ?

Mas que bom que seu ttrabalho veio para ajudar a estes distrito mostrando como eles estavam e com isto poderem desenvolver um trabalho voltado para a solução de problemas.

 

1

Olá Nasaré,

Em mãos, tenho o seguinte dado:

No município de Campina Grande, há 70 Unidades Básicas de Saúde da Família (UBSFs), e um total de 94 Equipes da ESF. A divisão em números, por Distritos, encontra-se nos relatórios que, nós alunos, produzimos, e que estão arquivados na Universidade. Amanhã (29/10) te repassarei tal informação.

Previamente à nossa dispersão, realizamos leituras de artigos e textos base (como “Vigilância à saúde bucal no Brasil”; “Vigilância à saúde bucal: a construção de um modelo integrado” e “Perfis epidemiológicos de saúde bucal no Brasil e os modelos de vigilância”) afim de entendermos os conceitos, importância da territorialização/distritalização da saúde, o que é Vigilância em Saúde e as competências  dos profissionais (Gerentes e Apoiadores de Saúde (Bucal). A partir dessas leituras, por meio do embasamento teórico a turma adquiriu conhecimentos acerca da lógica de territorialização, distritalização da saúde como perspectivas para as gerências/gestores alcançarem o modelo de vigilância à saúde da população na teoria e nos foi proposta a dispersão para que observássemos: Até que ponto nos distanciamos ou nos aproximamos do ideal em nosso município. Posteriormente a este estudo, construímos roteiros de entrevista para que facilitasse o desenvolvimento da conversação, durante o momento de dispersão.
Como abordei no relato, a mudança de governo foi a justificativa dada pelos gerentes e ou apoiadores, por não estarem totalmente engajados no que diz respeito ao conhecimento de seus Distritos, logo, todos os relatórios foram entregues aos Gerentes dos Distritos e aos Apoiadores de Saúde (Bucal), como forma de auxiliá-los e para facilitar os próximos planejamentos, visto que nesses relatórios, fizemos a consolidação de dados, como: características biológicas, ambientais, demográficas e socioeconômicas de cada Distrito Sanitário.

O sentido de enviarmos este relato segundo minha orientadora foi “SOCIALIZAR A NECESSIDADE DE FORMAÇÃO DO ACADÊMICO COM VISÃO CRÍTICA DO SISTEMA E QUE O TRABALHO VENHA A CONTRIBUIR COM A GESTÃO PARA MELHORIA NO PLANEJAMENTO E PROGRAMAÇÃO DAS PRÁTICAS DE VIGILÂNCIA À SAÚDE NO MUNICÍPIO".

Os dados ainda "incompletos" que refletem, provavelmente, a pequena apropriação dos gerentes sobre seu papel, atribuição (neste instante da pesquisa) serão novamente checados, um semestre depois, quando a mudança da gestão não será mais tão recente. Para isto o componente curricular está articulando uma nova visita à SMS para nova dispersão, neste momento, com outro grupo de acadêmicos e será feita a comparação se as informações/entrevistas estão mais completas, com base em diagnóstico e acompanhamento local.

 

 

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Oi Marília.

Boa noite

Sugiro que você acrescente estes dados ao teu relato.

   Um abraço.

Nasaré

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 Oi Marília.

boa noite.

pelo que observei você já fez os acréscimos no teu relato por estou satisfeita com as informações prestadas, deixo para minha parceira de dupla caso ela queira solicitar mais algumas informações.

Um abraço.

Nasaré

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Agradeço, Nasaré, por sua participação.
Ficarei no aguardo de Maria da Penha Ferrer para esclarecer qualquer outra dúvida que possa surgir.

Boa noite,

Marília

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Muito bacana a iniciativa, seria muito bom que os acadêmicos na área da saúde tivessem a oportunidade de ter uma visão mais crítica das práticas em vigilância à saúde.

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Marília.

O Prazo de curadoria encerrou e como Penha não solicitou mais informações,estamos finalizando a curadoria.

Desde já agradeço pelo teu trabalho que foi muito bom.

Um abraço.

Nasaré

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 Olá Marília,

Parabenizo seu relato de experiência. A experiência relatada é muito interessante, demonstra a importância da graduação inserir em seu currículo disciplinas sobre o Sistema Único de Saúde e a importância da Atenção Primária na rede de atenção à saúde. Seu relato demonstra a integração entre teoria e a prática, fundamental para a termos futuros profissionais do SUS, engajados com a saúde pública.

Acredito que são fundamentais investimentos em formação, seja na graduação, em residências, em pós-graduações, com o objetivo de incentivar práticas que fortaleçam os princípios do SUS, a política de atenção básica, de humanização, etc.

Seu trabalho me fez pensar sobre a importância de projetos nacionais que visam à qualificação dos profissionais e formação dos estudantes de graduação na área da saúde, como o Programa de Educação pelo Trabalho - PET Saúde, que integra Universidade e Serviços.

Além disso, os Programas de Residência Multiprofissional em Saúde Pública e em Saúde da Família são propostas que objetivam a aprendizagem em serviço e a formação para atuar na saúde pública. Um caminho super interessante para quem pretende atuar na saúde pública!

Ainda, em relação ao trabalho de vocês, fiquei com algumas dúvidas: quantos Gerentes e Apoiadores em Saúde Bucal foram entrevistados? Quais as atribuições deles na gestão da saúde da família e saúde bucal?

Senti vontade se saber um pouco mais sobre a conexão entre vigilância em saúde com as entrevistas realizadas. Qual foi o foco de observação dos alunos no que se refere à Vigilância em Saúde?  

Parabéns pelo trabalho!

Abraço,

Fabiane Minozzo

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0cm;line-height:13.5pt">Olá Fabiane, 

0cm;text-align:justify;text-indent:1.0cm;line-height:13.5pt">Primeiramente gostaria de agradecer seu comentário, elogios e o interesse em saber um pouquinho mais da nossa experiência.

0cm;text-align:justify;text-indent:1.0cm;line-height:13.5pt">Para cada Distrito Sanitário, há um Gerente, assim como um Apoiador em Saúde Bucal, sendo totalizados 06 Gerentes e 06 Apoiadores.

0cm;text-align:justify;text-indent:1.0cm;line-height:13.5pt">Quanto às atribuições do Gerente, poderíamos destacar a capacidade de esboçar as competências necessárias para dar respostas às necessidades da comunidade e do sistema de saúde, favorecendo a reorganização do serviço, objetivando com qualidade, eficiência e eficácia. Podendo ainda, desenvolver o trabalho em parcerias, buscando ações intersetoriais e, utilizando-se do conhecimento interdisciplinar, a atuação e o raciocínio para a resolução dos problemas.

0cm;text-align:justify;text-indent:1.0cm;line-height:13.5pt">Destaca-se ainda, a interação entre profissionais e indivíduos, famílias ou comunidades, entre a unidade de saúde e o grupamento populacional a ela referida. Interação também entre grupos de risco e programas de controle de doenças de massa, oportunizando um novo tipo de organização espacial e funcional dos serviços.

0cm;text-align:justify;text-indent:1.0cm;line-height:13.5pt">

0cm;text-align:justify;text-indent:1.0cm;line-height:13.5pt">Por outro lado, a competência dos apoiadores em saúde bucal está em manter o contato e acompanhamento dos profissionais, realizando visitas técnicas para averiguar as condições físicas e dos materiais de consumo, desenvolvendo também uma agenda de cursos voltados para capacitações dos auxiliares em saúde bucal e dos cirurgiões-dentistas. 

0cm;text-align:justify;text-indent:1.0cm;line-height:13.5pt">

0cm;text-align:justify;text-indent:1.0cm;line-height:13.5pt">Por fim, o foco de observação dos alunos ao que se refere à Vigilância em Saúde, foi desenvolver uma opinião crítica acerca da temática, onde foi visto que para se ter o êxito de todas essas ações, deve existir uma “observação contínua” por parte do gerenciamento deste sistema, ou seja, o foco deve ser direcionado para estabelecer os objetivos e metas a serem alcançados, bem como, utilizar os dados relacionados com práticas de saúde pública para determinar a análise dos fatores de riscos de uma população. Deve-se, sobretudo, estabelecer o controle (seja o controle de doenças, de organizações de demandas, de  atender às necessidades de uma área, entre outros) e não apenas ficar restrito a ampliar os conhecimentos sem praticá-los. 

Att.

Marília Reül

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Muito bom esta experiencia valoriza a graduação. Boa sorte.

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Obrigada, Eliene Freitas.

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Muito bom esta experiencia valoriza a graduação. Boa sorte.

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Muito bom esta experiencia valoriza a graduação. Boa sorte.

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Este projeto é muito importante para a qualificação das capacitações das equipes de saude e principalmente mostra a construção original onde o profissinal principiante pode orientar-se dentro de um caminho bem definido. Parabéns!

 

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Parabéns a Marília e todos os alunos que participaram do relato. Temos nos empenhado em proporcionar aos nossos alunos a oportunidade de vivenciar um pouco da realidade da Vigilância e atenção à saúde no âmbito municipal, na construção do conhecimento das bases da saúde coletiva e na dimensão técnica e organizacional do Sistema Municipal de Saúde. Ao final desta unidade, os alunos terão uma idéia como se processa a distritalização da saúde e o gerenciamento das ações com as suas marcas estratégicas, nuances, e fragilidades.

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